Ele não toca por nada ou do nada.
Ele aflora e toca...
Silencia, suspira e lê.
Ele sente como se fosse pele,
a tua, o teu desejo...
Ele te consome,
te mede em pêlo.
Ele não é assim,
ninguém sabe como é...
Se é um acaso, um caso
se tem ou não valor
Não se sabe
pois não é de amor nem de sofrer.
Ele não toca por nada
ou vem do nada
O que se sente é o que é
Ele, de tudo do nada, se mostra
e se denomina prazer.
domingo, 26 de junho de 2011
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